1999, a primeira exposição.

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A eficiência da impressão laser e o apoio da Copiadora Nacional nos despacharam rapidamente rumo ao evento que marcou o início das atividades da Tipos do aCASO. De catálogos em punho, exposição na mala, cartões de visita no bolso e cara de pau de sobra fomos, eu e Miguel, de ônibus para Fortaleza.

Lá chegando nos deparamos com um dos melhores cursos de design que já tive oportunidade de conhecer, o do Centro[Design]Ceará, instituição vinculada ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Um modelo a seguir. Pessoal comprometido e infra-estrutura de alto nível.

Montamos  nossa exposição na escadaria de acesso a sala na qual assistiríamos junto com a segunda turma daquele curso uma semana de aulas matinais da professora Priscila Lena Farias, 13 a 17 de setembro.

Logo estávamos, eu, Miguel e Priscila batendo pernas pelas tardes cearenses, enquanto Solange Coutinho – que também havia ido a aquela cidade na mesma semana – ministrava aulas para o mesmo grupo no período da tarde. Conheçemos  muitos bares, boxes de mercados, salas de exposição e toda sorte de lugares interessantes durante cinco dias, incluindo o ateliê do designer Júlio Silveira. Ah, que papéis maravilhosos fazia Júlio (curioso é que anos depois, em 2007, viria a me tornar aluno de gravura do mesmo generoso Júlio, apredendo com ele os primeiros talhos na madeira. Mas, isto é assunto para outro texto.)!

Os catálogos da Tipos do aCASO foram um sucesso e a exposição também. Reunimos 19 (dezenove) fontes digitais em formato .ttf de 07 (sete) designers pernambucanos. Sentimos a força do impacto que causamos e gostamos daquilo.

Surgia oficialmente a primeira fonthouse pernambucana. Este fato foi decisivo para o apefeiçoamento técnico e divulgação de nossas fontes digitais.

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