Archive for October, 2008

Dúvida CTP…

Tuesday, October 28th, 2008

brasilmiatexto aldoaldo

Caros amigos,

Estou re-desenhando uma fonte que insiste em apresentar problemas apenas na geração de chapas de impressão em sistemas Computer to Plate – CTP.

A visualização em tela, impressão em jato e tinta e laser estão perfeitas. Contudo, não consigo fazer com que os vetores não ‘quebrem’ nos traços verticais e que algumas curvas não se percam ao gerar chapas de impressão. Curioso é que apenas alguns caracteres tem apresentado estes problemas. Outros não.

Acima temos umas imagens de chapas gravadas que denunciam estes problemas e uma imagem do mesmo arquivo feita em Adobe Photoshop.

Peço a ajuda de vocês para solucionar este problema. Por favor postem possíveis soluções. Grato,

Lab. de Impressos Barros Melo

Friday, October 24th, 2008

guarani 4matriz  levantadaEu, Guarani e Roberval.

Imagens da inauguração do Laboratório de Impressos do Curso de Design Gráfico da Faculdades Integradas Barros Melo.

Primeira imagem: Impressora tipográfica Guarani, formato 4 e gravadora de chapas de impressão off-set. Equipamentos do laboratório;

Segunda imagem: Primeira matriz tipográfica levantada por mim, Buggy, no laboratório;

Terceira imagem: Eu, Guarani formato 4 e Mestre Roberval, nosso impressor.

Grupo de Estudos Caligráficos

Friday, October 24th, 2008

cartaz grupo de estudos caligraficos

Cartaz de divulgação do Grupo de Estudos Caligráficos coordenado pelos professores Patrícia Amorim, Raul Aguiar e Buggy do Curso de Design Gráfico da Faculdades Integradas Barros Melo.

Este impresso foi impresso parte em off-set, parte em tipografia. No lugar dos fotolitos foram utilizadas transparências desenhadas e caligrafadas com marcadores permanentes de CD para a geração das chapas de impressão.

1999, a primeira exposição.

Tuesday, October 21st, 2008

1_exposicao

A eficiência da impressão laser e o apoio da Copiadora Nacional nos despacharam rapidamente rumo ao evento que marcou o início das atividades da Tipos do aCASO. De catálogos em punho, exposição na mala, cartões de visita no bolso e cara de pau de sobra fomos, eu e Miguel, de ônibus para Fortaleza.

Lá chegando nos deparamos com um dos melhores cursos de design que já tive oportunidade de conhecer, o do Centro[Design]Ceará, instituição vinculada ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Um modelo a seguir. Pessoal comprometido e infra-estrutura de alto nível.

Montamos  nossa exposição na escadaria de acesso a sala na qual assistiríamos junto com a segunda turma daquele curso uma semana de aulas matinais da professora Priscila Lena Farias, 13 a 17 de setembro.

Logo estávamos, eu, Miguel e Priscila batendo pernas pelas tardes cearenses, enquanto Solange Coutinho – que também havia ido a aquela cidade na mesma semana – ministrava aulas para o mesmo grupo no período da tarde. Conheçemos  muitos bares, boxes de mercados, salas de exposição e toda sorte de lugares interessantes durante cinco dias, incluindo o ateliê do designer Júlio Silveira. Ah, que papéis maravilhosos fazia Júlio (curioso é que anos depois, em 2007, viria a me tornar aluno de gravura do mesmo generoso Júlio, apredendo com ele os primeiros talhos na madeira. Mas, isto é assunto para outro texto.)!

Os catálogos da Tipos do aCASO foram um sucesso e a exposição também. Reunimos 19 (dezenove) fontes digitais em formato .ttf de 07 (sete) designers pernambucanos. Sentimos a força do impacto que causamos e gostamos daquilo.

Surgia oficialmente a primeira fonthouse pernambucana. Este fato foi decisivo para o apefeiçoamento técnico e divulgação de nossas fontes digitais.

1999, o começo.

Wednesday, October 15th, 2008

1999_comeco.jpg

A idéia de montar uma fonthouse surgiu em 1998 com os primeiros desenhos de fontes. Uma idéia envolta pela inocência e ambição dos vinte e poucos anos. T26, Emigre, House Industries e tantas outras eram um colírio para meus olhos. Olhos havidos por ver refletida aqui em Recife aquela cena que, para mim, se desenrolava na internet. Todavia, apenas em 1999 pude de fato encontrar condições de começar algo neste sentido.

 Naquele ano juntei minha vontade de trabalhar com tipografia a de Miguel Sanches e surpreendentemente encontramos outros amigos com o mesmo pensamento. Muitos deles tinham trabalhos engavetados e, assim como nós, vergonha ou absoluta falta de intenção de mostra-los.

A esse tempo eu já havia conhecido José Bessa e Cláudio Reston – Elesbão e Haroldinho – via intenet. Um Design de Bolso acabou parando em minhas mãos me causando paradoxalmente euforia e tristeza. Tristeza pois havia encontrado ‘minha idéia’ realizada ainda melhor do que minhas projeções aspiravam. Euforia pois soube que havia encontrado alguém fora de minha cidade com idéias parecidas e capacidade de realizá-las de forma brilhante. Trocamos nossas fontes e rapidamente fui convidado pelos meninos a participar de um catálogo da Tipopotamo Fontes, sua fonthouse.

Foi o estopim que faltava para detonar a Tipos do aCASO. Solange Coutinho, Márcia Maia, Moema Cruz, Miguel Sanches e eu decidimos que nosso coletivo fundado naquele 26 de abril, o aCASO, tinha de ter uma fonthouse. A missão de concretiza-la coube a mim e a Miguel.

Definitivamente um mês atribulado aquele agosto de 1999. Recebi um convite do meu querido amigo José Marconi B. de Souza, então coordenador do curso de design do Centro[Design]Ceará, para ministrar uma disciplina de desenho experimental de fontes digitais. Após recuperar-me do choque, aceitei o desafio de posse de toda a cara de pau que poderia reunir para responder a aquela provocação. Contudo, não o faria sozinho. Arrastei Miguel para aquela aventura. Por sorte o acaso – não falo de nosso coletivo – conspirou a nosso favor e um conflito de convites nos colocou frente a frente com a professora Priscila Lena Farias.

O diretor do centro, o Sr. Eduardo Baroso, havia realizado convite semelhante para a autora do recém publicado Tipografia Digital. Ufa, pulamos uma fogueira! Imediatamente nos candidatamos a cursar aquela disciplina, claro. Sem acordos para dividi-la, como desejou Marconi.

Reunimos os trabalhos de alguns amigos e limpamos a poeira de uns outros nossos. Assim, diagramamos o primeiro catálogo da Tipos do aCASO que ainda rendeu uma exposição e nosso cartão de visita – este publicado na edição de número dois da revista Tupigrafia. Acendemos o estopim e surgiu nossa tão desejada fonthouse.